Quem são as pessoas tóxicas?

Pessoas tóxicas é um dos temas mais abordados nos últimos tempos por revistas femininas e blogueirinhas. Então elas serão as verdadeiras especialistas no tema, eu no fundo só o abordei para baralhar ainda mais as coisas. É que quando se aponta o dedo às pessoas supostamente tóxicas dá a sensação de que só os outros o são. Então e ninguém se acusa? É tudo gente bem intencionada que está rodeada de gente maliciosa? Então e nós não faremos todos parte de um grupo, uma amalgama de gente que pelo seu instinto animal (que a todo o custo tenta esconder) tem tendencia a magoar o seu semelhante?

Em alguma altura da nossa vida fomos tóxicos, todos nós. Algumas situações ou até algumas pessoas despertam em nós o pior, e será o pior, tóxico? Eu não sei, perguntem às blogueirinhas que elas arranjarão uma teoria fantástica com direito a subcategorias de maior ou menor toxicidade.

Cá para mim a problemática é bem evidente e descomplicada. Todos nós sabemos ser bons e sabemos ser maus. Resta-nos dosear estes dois lados e querermos genuinamente ser pessoas melhores.

Porque é tão importante cuidarmos da nossa saúde mental?

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     Aparentemente hoje é o Dia Mundial da Saúde Mental (10 de Outubro), e por isso hoje fiz questão de vos falar um bocadinho sobre isto do que é a saúde mental, e porque é tão importante cuidar bem dela…

     Em Portugal existem cerca de 48 mil pessoas diagnosticadas com alguma doença mental. A depressão, em particular, é das doenças mais incapacitantes do séc. XXI., e daí surge a necessidade de existirem acompanhamentos psicológicos, bem como um maior número de psicólogos no SNS.     Apesar disso, muitas das pessoas que necessitam, continuam a não ter apoio psicológico, por vários motivos (dificuldades económicas, desconhecimento de que sofrem de uma patologia, estigma associado ao tema, etc.). Mas é para estas últimas que me dirijo hoje. Quando estamos com uma doença física (dor de cabeça, infeção na garganta…), vamos ao médico para nos tratarmos e ficarmos bem, então porque razão não fazemos o mesmo quando se trata de uma doença mental?      Aqui vão alguns factos para ajudar a desmistificar o papel do psicólogo: 1- Ir ao psicólogo não é “ir falar com um amigo”. Muitas pessoas não vão ao psicólogo porque acreditam que é o mesmo do que conversar com um amigo, e é esse tipo de pensamentos que os impede de procurar ajuda. O papel do psicólogo é não só escutar, como também tentar encontrar hipóteses explicativas para o que está a acontecer com a pessoa que está à sua frente, utilizando os seus conhecimentos técnicos.2- O psicólogo não passa medicação, passa conhecimento. Ao contrário do psiquiatra, nós psicólogos não temos o curso de Medicina, e por isso não podemos prescrever medicamentos. Assim, a intervenção psicológica é feita através da interação entre os dois, – cliente e psicólogo -, onde um tem o conhecimento científico e técnicas para aplicar, e o outro tem de decidir a melhor forma de colocar essas mudanças em prática.3- Não é como nos filmes, onde os psicológos são vistos por vezes como figuras sensionalistas, que são capaz de mudar a vida das pessoas num abrir e fechar de olhos. Na verdade, existem várias abordagens para se usar em psicologia, e com elas várias técnicas diferentes. Cada abordagem clínica tem a sua explicação do comportamento humano, e por consequência, a sua forma de intervenção. Por exemplo, se o psicólogo se identificar com uma abordagem cognitivo-comportamental, isto significa que, em sessão, ele tem um papel mais activo, onde pretende ensinar ao paciente formas mais adequadas de viver a sua vida; identificar e avaliar crenças (pensamentos) do sujeito, e como estas podem interferir no seu comportamento.      Por isso, como veem, não há nenhuma fórmula mágica que os psicólogos usem para tratar os seus clientes, e há que ter em conta que cada caso é um caso. Nunca se esqueçam que cada psicólogo é, acima de tudo, um ser humano – ele próprio com os seus valores, e personalidade. E é normal se não se identificarem logo com o primeiro psicólogo que vos calhar. Porque como em todas as relações, também a relação entre psicólogo-cliente tem de fazer o seu ‘click’, e nem sempre é amor à primeira vista… 

The Politician – Uma série de política para teenagers

Disclaimer: esta é uma série de Ryan Murphy. Isso significa que os seus acontecimento vão ser exagerados, que existe uma forte possibilidade de alguém começar a cantar e que vão acontecer coisas que simplesmente não acontecem na vida real.

Disclaimer número 2: na maior parte das vezes, isso é o que faz uma série do Ryan Murphy tão interessante.

Se têm vivido debaixo de uma pedra nas últimas semanas ou não têm uma subscrição Netflix que vos envia emails todos os dias com as novas séries disponíveis, é possível que The Politician vos tenha passado ao lado. Também é possível que não tenham dado conta da sua estreia se preferem aqueles dramas bem pesados estilo Mindhunter, ou as séries de que toda a gente fala e gosta.

Eu só dei conta da sua existência graças a uma story de Instagram.

Não há mal nenhum nisso, mas aqui estou eu a dar-vos conta de que existe, dizendo já à cabeça que existem séries melhores e mais interessantes. Mas precisamos de diversidade, não é?

Sobretudo no clima em que vivemos, em que os resultados às eleições são questionados, em que circulam petições para retirar do Parlamento representantes eleitos e nos Estados Unidos começa mais uma corrida à Casa Branca em clima de tensão, The Politician chega para nos mostrar que isto da política é muito mais simples do que parece. É, na maioria dos casos, uma corrida ao poder, e ao poder apenas.

The Politician conta-nos a história de Payton Hobart (Ben Platt), um jovem norte-americano que toda a sua vida sonhou ser Presidente dos Estados Unidos. Para isso, estudou e seguiu os passos de todos aqueles que se tornaram presidentes religiosamente, incluindo candidatando-se à Universidade de Harvard e ao cargo de Presidente da Associações de Estudantes no seu último ano de ensino secundário. A série debruça-se sobre esta eleição, mostrando de forma leve e pouco complicada como é que funcionam as campanhas eleitorais nos EUA e o que muitos candidatos passam para conseguir chegar à vitória.

Posto assim, é quase um política para totós, um suporte para os jovens compreenderem de uma vez por todas como é que isto funciona.

Naturalmente que The Politician não é a primeira ou única série que o tenta fazer. Grande parte do sucesso de House of Cards foi essa sua capacidade de demonstrar realmente o que era necessário para ser Presidente. Não faltam tramas que descrevem todos os passos de campanha, todos os pormenores a que tomar atenção e as lutas e debates individuais pelos quais os candidatos e as suas equipas passam.

Só que The Politician é teen. E sendo teen, leva-nos também numa viagem à cabeça dos jovens eleitores que se estão a cagar para tudo isso e não compreendem a importância de um pequeno voto.

Vivemos num mundo complicado. Enquanto que uma parte da população luta todos os dias por um mundo melhor, mais amigo do ambiente, tolerante e aberto, a outra metade persiste em acreditar e pregar valores que pensávamos terem ficado destruídos no final da Segunda Guerra Mundial. Repleto de dicotomias e lugares cinzentos, este não é o mundo que idealizámos enquanto crescíamos, em paz e sossego.

Se bem que The Politician não entra tão profundamente no tema, não deixa de ser fruto desta incerteza e perda de deslumbramento. Hobart e a sua equipa eleitoral podem ter escolhas muito bem definidas, mas é claro que ao longo da história vemos como as suas crenças são abaladas, como as ideias daqueles que os rodeiam são tão diferentes, como estes jovens, que antes eram o futuro da nação, agora não querem saber porque tudo é demasiado complicado e demasiado impessoal para o seu gosto. E isso não é OK.

De uma forma muito descomplicada, esta é uma série que encontra em vários tópicos quase um reflexo de todos os estereótipos, todos os males que criamos na nossa cabeça, todas as incertezas que surgem quando enfrentamos uma decisão. E claro, tem o seu quê de romantismo e fantasia, como grande parte (se não todas) as coisas a que Ryan Murphy põe a mão.

Entre atores jovens e outros consagrados (não há como não adorar Jessica Lange e Gwyneth Paltrow, vá lá!), temos artistas da Broadway, televisão e cinema. Há pluralidade, o que só contribui para o dramatismo e exagero que toda a série tem, de alguma forma.

E não vale muito a pena entrarmos em grandes pormenores técnicos, porque apesar de entrarmos num ritmo e ambiente muito certos em cada um dos episódios (um deles realizado por Helen Hunt, curiosamente), é comum a tantos outros.

Como a série de uma forma geral, na verdade. Por muito que queira tentar dizer que não, The Politician não é a última bolacha do pacote. É mais uma série romanceada e fantasiada, mas que de alguma forma nos dá um pequeno vislumbre de uma sociedade mais focada na campanha política do que nas consequências e uma eleição para quem vota e fica deste lado. Chama a atenção pela estética, mantém-nos focados no romance e deixa-nos um pequeno desconforto quando vemos que os políticos são todos iguais.

Como fazer o Google Assistente responder silenciosamente

Google Assistente é uma ferramenta muito versátil e que pode ajudar em diversas atividades do dia-a-dia. A assistente pessoal do Android concentra algumas funções que vão desde informar a previsão do tempo até fazer chamadas de vídeo no WhatsApp, tudo acessado por comando de voz.

Por padrão o Google Assistente vem programado para interagir falando, o que pode se tornar um problema em alguns casos. Porém, em algumas situações, o usuário pode não querer receber a resposta em voz alta, seja por privacidade ou por qualquer outro motivo pessoal. Mas isso pode ser resolvido, e de maneira muito simples.

Google acrescentou uma nova função, que permite o usuário escolher se quer que o aplicativo responda em voz alta sempre, ou apenas em viva-voz, quando estiver conectado a um dispositivo pareado, como no sistema de som bluetooh de um carro, por exemplo. Este recurso pode ser facilmente acessado pelas configurações da assistente.

Antes de iniciar, é importante lembrar que o recurso foi acrescentado recentemente pela Google e pode não estar disponível em todos os aparelhos. Caso você não consiga realizar um dos procedimentos abaixo, basta aguardar até que receba a atualização.

Como configurar o Google Assistente para que responda os comandos em silêncio:

Para acessar o Google Assistente, você deve apertar o botão “Home” e ficar segurando até que a tela abaixo seja exibida. Você também pode acessar com o comando de voz “Ok Google” com a tela do seu celular desbloqueada;

Agora, pressione o ícone que aparece no canto inferior direito;

Toque na foto da sua conta no Google;

E escolha a opção “Configurações”;

Selecione a opção “Assistente”, logo abaixo de “Gerenciar Conta do Google”;

Em “Dispositivo – Assistente”, selecione a opção “Telefone”;

Em “Voz e Fala”, toque na opção “Saída de Voz”;

Por fim, na nova janela que apareceu, bastqa selecionar a opção “Somente viva-voz”.

Pronto! Agora, sempre que você interagir com o Google Assistente, as respostas não serão faladas, a menos que o seu celular esteja conectado com algum dispositivo viva-voz. Vale lembrar que para retornar à configuração padrão, basta repetir o processo e, no menu “Saída de Voz” mudar novamente para “Ativado”, que a assistente irá responder em voz alta seus comandos.

Como fazer um “telescópio” com uma lata

É o trabalho – ou projeto, se preferirem essa designação – de Físico-Química, agora que estão a dar o espaço. Devo confessar que aquele conteúdo é muito interessante e até eu me deixei prender.  Bem, a tarefa era construir um telescópio com uma constelação à escola a partir de um tubo. Escolheram-se, então, as constelações (Ursa Maior, para uma, e Ursa Menor, para outra) e tratámos de ver como iríamos fazer as coisas. Elas já sabiam que precisavam de um tudo, de meter a constelação furada no fundo e olhar para lá.

Então, de que precisamos:

– tubos (usámos os das pringles)

– spray preto

– verniz

– purpurinas prateadas

– cola quente

– furador com vários tamanhos

– x-ato

– folha preta

– impressão da constelação à medida da tampa

Como preparámos:

– Pintámos os tubos com spray preto e deixámos secar.

– Depois de imprimir as constelações, colocámos as folhas pretas por baixo, unimos com fita -cola, e com cuidado, furámos os pontos correspondentes às estrelas.

– Colámos com pingos de cola quente à tampa transparente do tubo e depois colámos a tampa ao tubo.

– Cortámos o fundo metálico do tubo com x-ato.

– Pulverizámos com verniz em spray, espalhámos purpurinas prateadas à toa e voltámos a colocar spray (fizemos isto dentro de uma caixa).

– Deixámos secar e identificámos com o nome da constelação e da autora.

A maioria do material necessário comprámos numa loja chinesa.

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O resultado final é algo de extraordinário e vale a pena fazer trabalhos destes porque, além da execução ser interessante, poder ver a constelação à contra-luz com definição, deixa-nos impressionados.

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COMO FAZER UMA TÁBUA DE QUEIJOS

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Hoje vamos falar de tábuas de queijo. Tábuas de queijo ricas, que substituem uma refeição. Geralmente convidam-se os amigos para o fim da tarde, para queijos e vinho, ou no meu caso, queijos, vinho e cervejas. Certos tipos de cerveja harmonizam na perfeição com alguns queijos.

Quando quiser fazer uma tábua de queijos, pense em comprar variedades de sabor menos intenso e outras de sabor mais forte. Será aconselhável começar com as menos intensas e progredir para as de maior intensidade. Pode fazer uma tábua com os menos intensos e outra com os mais fortes, ou duas tábuas com uma mistura dos dois. Desta vez não optei por queijos frescos, mas são uma óptima opção:  use de vaca e de cabra e um bom requeijão de Seia ou de Serpa.

É aconselhável servir o queijo com pão, tostas e bolachas. Há quem prefira comer o queijo com pão. Pessoalmente, numa tábua de queijos, prefiro as tostas e bolachas ao pão, por serem mais leves. Porém, no reino das bolachas também é preciso ter as mais suaves, tipo água e sal, para usar com os queijos de sabor mais intenso sem que haja briga. Quando se usa pão, deve cortar-se em fatias bem finas, porque não se vão comer sanduíches, mas procura-se tão só uma base física para o queijo. Fiz uma espécie de bolachas gigantes com manjericão, cuja receita encontrei na Martha Stewart e segui quase à risca. São lindas, enfeitadas com as folhas inteiras. Levam-se inteiras para a mesa, e cada um retira a parte que quiser, partindo-as com as mãos.

Para desagoniar do queijo, é preciso ter algo fresco que se vai trincando de vez em quando. Estou a falar de fruta. Figos, uvas, ameixas, maçã verde, rabanetes em rodelas, tâmaras secas, compota de tomate, doçura e acidez, para alternar. Precisamos também de textura, daí a introdução de frutos secos e sementes. Nozes, pevides, amêndoas torradas, são ideais para dar o crocante que falta aos queijos.

Para beber com os queijos, não se fique pelo clássico tinto. Os queijos são como os pratos: os mais suaves podem pedir um espumante, um branco ou um rosé ou, por que não, uma cerveja.

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Receita das bolachas gigantes de manjericão (inspirada na Martha Stewart)

250 g de farinha de trigo

12 folhas de manjericão, mais 20 folhas inteiras

1 colher bem cheia de sal grosso, mais algum para depois de pincelar

1 colher de chá de açúcar

3 colheres de sopa de manteiga sem sal fria, cortada em nozinhas

1 chávena de natas de cozinha

1 clara grande, para pincelar

  • Aqueça o forno a 190ºC.
  • No liquidificador, ou na Bimby, triture a farinha, as 12 folhas de manjericão, o sal, o açúcar. Adicione as nozinhas de manteiga e triture até ficar homogéneo. Com o motor a trabalhar, junte as natas e triture até obter uma massa que se despega. Trabalhe um pouco a massa na bancada levemente enfarinhada.
  • Faça uma bola, embrulhe em película plástica e leve ao frigorífico durante , no mínimo, 30 minutos (mas também pode deixar de um dia para o outro).
  • Divida a massa em 4 partes. Com o rolo, estenda um pedaço de massa sobre uma superfície enfarinhada (costumo usar uma folha de silicone), dando-lhe a forma grosseira de um rectângulo muito fino de espessura. Transfira para um tabuleiro coberto com um tapete de silicone para forno ou uma folha de papel vegetal.
  • Bata ligeiramente a clara com um garfo até formar um pouco de espuma e pincele a massa. Espalhe um pouco de sal grosso e «cole» 5 folhas de manjericão.
  • Leve ao forno aquecido durante 15 a 20 minutos, ou até ficar dourado. Transfira para uma rede e deixe arrefecer. Entretanto repita o processo com as restantes 3 bolas de massa.
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Debaixo para cima, no sentido dos ponteiros do relógio: Gruyère, Vacherin, Alpenzeller e Tomme

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Debaixo para cima, no sentido dos ponteiros do relógio: Stilton, Parmiggiano Reggiano com 3 anos de cura, Pico, Manchego

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Debaixo para cima, no sentido dos ponteiros do relógio: queijinho de ovelha, Terrincho Velho, Serra da Estrela (um excelente São Gião) e Azeitão

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Uma Porter para o Stilton e para o Tomme

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Uvas, ameixas vermelhas e amarelas

Espero que aproveite a ideia, agora que vêm aí os dias mais frios e apetece ficar em casa a partilhar um copo de vinho ou de cerveja com os amigos.

Os queijos que usei em duas tábuas são os seguintes:

STILTON – Inglaterra – Intenso

Queijo de leite de vaca

Leite pasteurizado

Variedade azul (também existe uma branca)

Sabor intenso a frutos secos e sal

Os veios azuis são obtidos através da perfuração do queijo com agulhas, sendo que nessas aberturas entra o ar e cria-se o bolor.

PARMESÃO – Itália – intenso

Queijo de leite de vaca

Parmiggiano Reggiano com 3 anos de cura (habitualmente tem 18/24 meses de maturação

É feito do mesmo modo há mais de 9 séculos, na região de Bolonha, dos Apeninos ao Pó

A sua textura friável é a sua principal característica, assim como a sua marca colocada a quente

ALPENZELLER – Suíça – médio

Queijo de leite de vaca

Leite cru

Região de Alpenzell.

O seu sabor intenso provém da salmoura de ervas dos Alpes, cuja receita é mantida secreta.

É componente essencial da fondue de queijo.

GRUYÈRE – Suíça – médio

Queijo de leite de vaca

Leite cru

Cantão de Friburgo

É lavado com água salgada.

400 litros de leite produzem 35 kg de queijo.

Faz parte do fondue de queijo.

TOMME – Suíça (mas também França e Itália) – intenso

Queijo de leite de vaca

Leite cru

O Tomme suíço é pequeno, de pasta mole e sabor intenso.

VACHERIN – Suíça – suave

Queijo de leite de vaca

Terras altas do Cantão de Friburgo

Leite cru

Tem textura cremosa, mas sabor forte

Come-se tipicamente à mão

MANCHEGO – Espanha – suave

Queijo de leite de ovelha (da raça manchega no caso dos queijos DOP).

Pouco curado

É o queijo que D. Quixote comeria…

TERRINCHO – Portugal – DOP – intenso

Queijo de leite de ovelha (da raça churra da Terra Quente para DOP)

Leite cru

Região de Trás-os-Montes

O queijo Terrincho Velho tem mais tempo de maturação (90 dias, mínimo) e uma crosta vermelha (por ser untado com uma massa de pimentão extratado com aguardente bagaceira ou com azeite virgem). Sabor forte.

SERRA DA ESTRELA – Portugal – DOP – médio

Queijo de leite de ovelha da raça Bordaleira, ou da raça Mondegueira, da Serra da Estrela.

Leite cru

Parece ser o mais antigo de todos os nossos queijos, possivelmente de origem romana. Gil Vicente menciona este queijo.

AZEITÃO – Portugal – DOP – médio

Queijo de leite de ovelha
Leite cru

Concelhos de Palmela, Setúbal e Sesimbra

Nasceu como uma recriação do Serra da Estrela na região de Azeitão, mas ganhou características especiais. Só é feito em tamanho muito pequeno.

Como Monetizar um Blog em 2019 (13 Formas Lucrativas)

Começar e monetizar um blog nunca foi tão fácil quanto hoje.

Não faz tanto tempo que criar uma website te custaria milhares ou até dezenas de milhares de reais para configurar e manter. Monetizá-lo era igualmente difícil. O PayPal estava surgindo, o Stripe sequer existia e o e-mail marketing não era tão flexível quanto é agora.

Hoje, no entanto, é possível começar, manter e monetizar um blog no WordPress com apenas algumas centenas de reais (isso pode variar com base no que você precisa que seja feito). Mas só porque é mais fácil ganhar dinheiro com seu blog hoje, não significa que a maioria dos blogueiros consegue fazer isso.Lutando para ver o sucesso do seu blog WordPress?CONFIRA NOSSOS PLANOS

De acordo com o relatório de estado de blogs de 2017 da ConvertKit, os blogueiros profissionais relataram um lucro médio de US$138.064 no último ano, enquanto blogueiros amadores (que formavam 86% dos entrevistados) ganharam apenas US$9.497.

Isso é terrível, especialmente quando se considera que a maioria dos blogueiros começa um blog para que possam ser seus próprios chefes e possam deixar seus trabalhos maçantes de 8 por 5.

Por que você começou seu blog?

Por que você começou seu blog? (Fonte da imagem: ConvertKit)

Então, como você deixa de ser um blogueiro amador para se tornar um dos profissionais que recebe seis dígitos todo ano?

Bom, é necessário ter um plano de marketing sólido, que inclui conteúdo, um nicho rentável e uma ótima estratégia de monetização.

Você também precisa fazer uma matemática rápida.Tabela de Conteúdos

Quando Você Deve Começar a Monetizar Seu Blog?

Não existe um número concreto por aí sobre quanto tráfego ou quão grande sua lista de e-mail deve ser para ganhar dinheiro com seu blog, porque tudo isso depende daquilo que você vende e como o vende.

No entanto, ter duas questões resolvidas logo de início te ajudará muito:

  1. Obtenha tráfego constante: Você não precisa de dezenas de milhares de visitantes, mas ter pelo menos mil visitas por mês significa que está fazendo algo da forma certa.
  2. Aumente sua lista de e-mail: Novamente, você não precisa mirar em um número exorbitante. Mostraremos exemplos de pessoas que tinham uma lista pequena, mas ainda assim foram capazes de usá-la a seu favor.

Esses dois fatores importam, mas, primordialmente, monetizar seu blog de forma eficiente se trata de números.

Por exemplo, se você precisa ganhar US$6.000 com seu blog:

  • Você pode vender um produto de US$200 (digamos, um curso) para 30 pessoas.
  • Ou vender um curso de US$600 para 10 pessoas.
  • Ou até mesmo cobrar US$6.000 por uma consultoria com um cliente.

Monetização é matemática, não mágica.

Isso não significa que a chave para a monetização é simplesmente aumentar os preços do que vende. Ao invés disso, significa que você deve escolher uma estratégia de monetização que se alinhe com o local onde seu blog está agora ou onde deseja que ele esteja no futuro.

Neste artigo, mostraremos como é possível monetizar um blog e ganhar dinheiro online, esteja você recebendo milhares de visualizações de páginas por mês ou apenas começando.

Demonstraremos algumas estratégias sólidas que outros blogueiros usaram para gerar receita em seus próprios blogs de diversos nichos e ensinaremos como você pode fazer o mesmo em seu blog.Monetização é matemática, não mágica. 🧙‍♂️ Mas você precisa escolher a estratégia que se alinhe com suas metas.CLICK TO TWEET

1. Torne-se um Blogueiro Freelancer em Seu Nicho

Uma das formas mais fáceis de ganhar dinheiro com seu blog é se tornar um escritor freelancer para blogs proeminentes em seu nicho.

Pense nisso: você provavelmente começou seu blog porque tem experiência/conhecimento nessa área, então por que não usar isso para seu proveito?

Empresas estão procurando pessoas que possam criar conteúdo para impulsionar seu marketing, então quem seria melhor para fazer isso que alguém com conhecimento do nicho?

O blogueiro freelancer Bamidele Onibalusi usou seu blog, Writers in Charge, para mostrar suas habilidades com marketing de conteúdo, ao mesmo tempo em que aumentava seu público. Agora ele tem uma renda integral escrevendo para outras empresas.

De acordo com a Glassdoor, um freelancer médio nos Estados Unidos ganha cerca de US$40 mil por ano. Tenha em mente que esse número é influenciado por seu nível de experiência e o nicho sobre o qual você escreve.

Aqui está o detalhamento de quanto você pode ganhar em diferentes nichos, de acordo com a Editorial Freelance Association:

Média de ganho de um escritor freelancer por nicho

Média de ganho de um escritor freelancer por nicho (Fonte da imagem: Contena Community)

Talvez você não seja capaz de cobrar esses valores quando começar, mas conforme ganha experiência e credibilidade, seus preços também sobem. Porém, tenha cuidado para não cobrar pouco demais no início.

Cobrar US$10 por um artigo pode parecer uma forma fácil de começar a ter clientes, mas na verdade isso pode afastar os clientes de qualidade, uma vez que suas habilidades serão questionadas. Isso sem falar que cobrar tão pouco pode acabar com sua motivação para continuar.

E já que estamos no tema preço, o melhor a fazer é cobrar seus clientes por projeto ao invés de aplicar uma taxa por hora, uma vez que pode ser difícil determinar quanto tempo você levará para completar uma tarefa, especialmente quando estiver começando sua vida como freelancer.

Cobrar uma taxa baseada no projeto em si significa que você será recompensado por terminar mais rápido e seus clientes saberão quanto pagarão desde o início.

De acordo com a WriteWorldwide, aqui está quanto você pode cobrar por projeto em seu primeiro ano como escritor freelancer, sem levar em conta seu nicho ou experiência anterior com escrita.

Quanto cobrar para escrever

Quanto cobrar para escrever (Fonte da imagem: Write Worldwide)

A melhor parte sobre ser um escritor freelancer é que você não precisa de muito tráfego em seu blog para começar a ganhar dinheiro. Tudo com o que as empresas realmente se importam é se você é capaz de escrever conteúdo de ótima qualidade.

Jorden Roper, por exemplo, ganhou US$5 mil em seu quarto mês como escritora freelancer e Jennifer Gregory atinge cerca de seis dígitos por ano com seu negócio nessa mesma função.

Como um blogueiro freelancer, seu trabalho é criar conteúdo escrito que atraia os visitantes para o website de uma empresa, para que eles possam ser convertidos em clientes.

De acordo com o relatório de 2019 do Content Marketing Institute, profissionais de marketing estão prontos para investir mais dinheiro na criação de conteúdo e 50% dos entrevistados espera que seu orçamento para marketing de conteúdo cresça em 2019.

Aumento de investimento B2B em criação de conteúdo

Aumento de investimento B2B em criação de conteúdo (Fonte da imagem: CMI SlideShare)

Se existem empresas ganhando dinheiro no seu nicho e elas estão criando conteúdo, então pode apostar que precisam de escritores.

Perceba que eu mencionei que as empresas precisam estar ganhando dinheiro. Um dos maiores erros que você pode fazer como blogueiro freelancer é escolher um nicho onde as empresas não consigam te pagar.

Por exemplo, escrever sobre arte pode ser sua ideia e você pode ter muito conhecimento sobre isso, mas quantos blogs são capazes de te pagar regularmente para escrever sobre esse tema?

O caminho até a lucratividade como um blogueiro freelancer é encontrar o mercado certo para se posicionar.

Uma forma rápida de testar se é possível ganhar dinheiro em seu nicho é encontrar pelo menos dez escritores que cubram os tópicos sobre os quais você deseja escrever. É possível fazer isso simplesmente fazendo uma pesquisa no LinkedIn com as palavras-chave do seu nicho.

Por exemplo, quando pesquiso por pessoas com o título exato de “escritor freelancer de finanças pessoais” no LinkedIn, recebo cerca de 42 resultados. Também é possível fazer isso sem as aspas, para realizar uma pesquisa mais ampla que gerará ainda mais resultados.

Pesquisa por escritor freelancer de finanças pessoais no LinkedIn

Pesquisa por escritor freelancer de finanças pessoais no LinkedIn

Essa é uma forma fácil de validar seu nicho.

Já estabelecemos que você não precisa de muito tráfego para ganhar dinheiro como um escritor freelancer, mas isso não significa que as pessoas simplesmente encontrarão seu blog e te contratarão.

Você precisa sair e promover seu serviço.

Quando já tiver criado exemplos escritos em seu blog e talvez alguns posts como convidado em outros blogs, você poderá começar a contatar as empresas para as quais deseja escrever.

Também é possível usar marketplaces de freelancers como Upwork, SEOclerks e Fiverr. Porém, embora alguns escritores freelancers ganhem muito dinheiro, como Danny Marguiles que ganhou mais de US$100 mil em um ano no Upwork, a maioria dos escritores freelancers nessas plataformas ganha pouco dinheiro.

Para evitar a corrida pelo fundo que envolve a maioria dos marketplaces de freelancers, você precisará fazer a maior parte da divulgação por conta própria.

Como Encontrar Blogs Para os Quais Escrever

A melhor forma de encontrar empresas ou blogs em seu nicho para os quais escrever é simplesmente fazer uma pesquisa no Google por palavras-chave relacionadas ao seu nicho e ver quais são os resultados.

Porque claramente os blogs que aparecem nas primeiras páginas do Google estão investindo bastante em marketing de conteúdo.

Por exemplo, se eu estivesse tentando escrever em blogs no nicho fitness, uma simples pesquisa por um termo como “blog fitness” me retornaria o seguinte:

Blog fitness na pesquisa do Google

Blog fitness na pesquisa do Google

Você também pode pesquisar por termos relacionados especificamente ao seu nicho. Por exemplo, no caso de fitness, poderia haver uma pesquisa como “planos de exercícios”:

Planos de exercícios na pesquisa do Google

Planos de exercícios na pesquisa do Google

Agora, tudo o que você precisa fazer é entrar em contato com os proprietários dos blogs e oferecer a eles seu serviço de escritor freelancer.

Aproveite-se de Seu Próprio Site

Além de pesquisar por novas oportunidades para escrever, você também pode se aproveitar de seu próprio site. Afinal, você é um escritor.

Use inbound marketing e SEO para direcionar pessoas para seu site, onde poderá oferecer a elas seus serviços como escritor e blogueiro.

A escritora freelancer Maddy Osman faz isso em seu site de freelancing, The Blogsmith.

Preços da escritora freelancer Maddy Osman

Preços da escritora freelancer Maddy Osman

2. Venda E-books Para Seu Público

Vender e-books é uma das formas mais populares pelas quais blogueiros escolhem monetizar seus blogs. Ela é perfeita, pois é relativamente fácil de criar e costuma ter um preço adequado para que a maioria dos visitantes seja capaz de comprar.

Mas e-books fazem mais do que permitir que blogueiros monetizem seus blogs rapidamente. Por exemplo, um blogueiro vender e-books pode ser a forma mais rápida de testar se as pessoas estão interessadas o suficiente no tema que ele cobre a ponto de para pagar por isso.

E-books também são uma forma de baixo risco de os visitantes de seu website avaliarem o valor que você pode entregar antes de comprarem produtos mais caros.

Ao contrário da crença popular, você não precisa de muito tráfego em seu blog para ganhar dinheiro com seus e-books. Por exemplo, David Oudiette converteu o conhecimento que adquiriu desenvolvendo landing pages em um e-book de 252 páginas por US$39.

Ele não tinha muito tráfego em seu blog, já que naquela época só prestava consultorias, mas David foi capaz de gerar mais de US$13 mil de receita com seu e-book.

E-book “The landing page cookbook”

E-book “The landing page cookbook” (Fonte da imagem: your landing page sucks!)

Aqui está o que David precisou fazer para vender tantos e-books:

  • Ele pediu aos seus assinantes que informassem suas landing pages, ofereceu dicas gratuitas e, em seguida, os direcionou para seu e-book.
  • Respondeu perguntas e deu feedbacks sobre landing pages no Quora e no Reddit, oferecendo seu e-book como uma fonte adicional de informação.
  • David também adicionou seu e-book no Product Hunt.
  • Ainda mais impressionante, David enviou um e-mail frio para empresas e as ofereceu um feedback gratuito sobre suas landing pages. Em seguida, ele respondeu os retornos que recebeu e indicou seu e-book.

Portanto, David não precisou de muito tráfego, mas ele teve que trabalhar bastante.

Também temos o caso de Taylor Pearson, que vendeu mais de cinco mil e-books em quatro semanas e, em 2015, ganhou mais de US$60 mil apenas com seu livro. Taylor tinha apenas 700 assinantes de seus e-mails na época.

Taylor credita o sucesso de seu e-book a alguns fatores:

  • Conseguir fãs para seu blog que se tornaram leitores beta durante o estágio de escrita.
  • Criar um grupo no Facebook para comunicar o progresso de seu e-book junto aos principais leitores. (Lido: Como criar uma página do Facebook)
  • Enviar o e-book para todos que faziam parte do grupo no Facebook para que pudessem deixar uma análise honesta sobre ele na Amazon.
  • Manter todos os contatos de sua lista informados sobre o progresso do e-book, deixando-os mais envolvidos e propensos a comprá-lo posteriormente.
  • Sincronizar mensagens nas redes sociais durante e após o lançamento.
  • Enviar um e-mail personalizado sobre seu e-book para cada um de seus contatos no Gmail.
  • Realizar uma distribuição gratuita para promover o e-book.

O e-book acabou se tornando um best-seller na seção de pequenas empresas da Amazon e o resto virou história.

E-book “The End of Jobs”

E-book “The End of Jobs” (Fonte da imagem: Amazon)

O que há de bom nesses exemplos é que eles nos mostram que, com o martketing certo e um bom e-book, você não precisa ter tantos assinantes e, com certeza, não precisa ser um escritor expert.

Nenhum desses autores publicou seu conteúdo e ficou torcendo para dar certo. Pelo contrário, eles trabalharam muito para que seus e-books decolassem.

Onde Vender Seu E-book

Em seguida, você pode escolher entre vender seu e-book diretamente em seu blog ou através de plataformas como Gumroad ou Podia.

Vender seu e-book em seu próprio site pode ter suas vantagens, uma vez que receberá 100% do lucro. Por exemplo, Harsh Agrawal, do ShoutMeLoud, tem uma seção inteira de seu site dedicada exclusivamente para seus diferentes e-books.

E-books ShoutMeLoud

E-books ShoutMeLoud

Você pode criar com facilidade algo nesse estilo com o plugin WordPress Easy Digital Downloads.

Se optar por publicar seu e-book para o Kindle da Amazon, poderá ficar apenas com 70% dos lucros, mas isso vem acompanhado da vantagem de que quanto mais livros você vende, mais exposição ganha, o que leva a ainda mais vendas.

Vender e-books também não é algo restrito a um nicho em particular. Existem e-books sobre blogs, fotografia, fitness e tudo o que puder imaginar.

Por exemplo, se você tivesse um blog que ensinasse jardinagem, poderia vender um e-book que mostrasse ao seu público, em maiores detalhes, como cultivar seus próprios jardins ou uma planta em especial.

Você pode até mesmo reaproveitar parte do conteúdo que já escreveu em seu blog e adicionar mais detalhes e contexto.

Como Fazer o E-book

Se não tiver tempo ou habilidade para escrever o e-book por conta própria, você pode contratar um escritor fantasma para fazer isso.

É possível encontrar escritores fantasma no LinkedIn, ScriptedUpwork e até mesmo Fiverr. Tenha em mente que, como ocorre com tudo, você recebe por aquilo que paga. Escritores mais experientes cobrarão mais que iniciantes.

Você também pode criar a capa do livro por conta própria com ferramentas como Canva, Photoshop e Snappa, ou pagar por um serviço como os disponibilizados no 99designs e deixar um profissional fazer isso por você.

3. Crie e Venda Cursos Online

Outra forma de monetizar seu blog é vender cursos online. O que impede que muitos blogueiros criem seus próprios cursos é que eles pensam que precisam ser algum tipo de especialistas para ministrá-los.

Mas isso não é verdade. Tudo o que você realmente precisa para conduzir um curso é ter mais conhecimento que as pessoas que está ensinando e ser capaz de apresentar as informações de forma que o público consiga extrair seu valor.

Ramit Sethi, da IWT, ganha milhões com os cursos que ele cria. Não por ser um planejador financeiro certificado, mas porque ele ajuda pessoas a eliminarem problemas em suas vidas.

Curso financeiro

Curso financeiro (Fonte da imagem: I Will Teach You To Be Rich)

Você não precisa ser um chef de cozinha certificado para criar um curso que ensine as pessoas a cozinhar. Se você é capaz de cozinhar melhor que a maioria das pessoas e de criar um material que realmente as ensine como cozinhar, então nada deve te impedir de desenvolver seu curso.

As pessoas estão fazendo mais cursos online do que nunca. Espera-se que a indústria de e-learning cresça cerca de US$325 bilhões até 2025.

Você também não precisa ser um influenciador como Ramit Sethi para ganhar uma renda decente com seus cursos.

Há pessoas como Joseph Michael, que ganhou US$40 mil como um novato ao ensinar escritores a usar o popular software de texto Scrivener.

Curso de Scrivene

Curso de Scrivener (Fonte da imagem: Scrivener Coach LLC)

Joseph não tinha milhares de visitantes ou uma lista de e-mails gigante. Ele vendeu seu curso ao entrar em contato com influenciadores e promover seu produto nos webinars em que participou.

Como Ter Ideias de Cursos

Se já possui um público, então precisa simplesmente identificar um problema que boa parte dele tenha e que você seja capaz de solucionar.

Formas de Identificar Pain Points que Seu Público Precisa Solucionar:

  • Envie uma pesquisa: A maneira mais rápida de saber quais problemas as pessoas que compõem seu público têm é perguntá-las. Você pode fazer isso através do envio de uma pesquisa simples por e-mail.

Aqui está um exemplo de Ramit Sethi fazendo exatamente isso em um de seus e-mails um pouco antes do Ano Novo:

Pesquisa por e-mail

Pesquisa por e-mail

  • Leia comentários no blog:Sua seção de comentários pode ser um baú do tesouro de ideias se você prestar atenção a ela. E se não tiver muitos comentários em seu blog, você pode ler aqueles que estejam em outros blogs do seu nicho.
Comentário no blog

Comentário no blog (Fonte da imagem: Nerd Fitness)

Entretanto, se você não tem um público, é possível ter ideias de curso através de um brainstorm de uma lista de coisas que você faz melhor que a maioria das pessoas.

Aqui estão algumas perguntas que te ajudarão a descobrir isso:

  • Pelo que seus amigos te elogiam?
  • As pessoas te procuram para pedir orientação sobre o quê?
  • Sobre o que todos ao seu redor reclamam, mas que você parece não ter problemas?
  • O que você aprendeu em seu trabalho anterior?
  • O que você consegue fazer melhor que a maioria das pessoas que conhece?

No caso de Joseph, ele sabia como usar o Scrivener, algo que muitas pessoas achavam complexo. No seu caso, talvez seja tocar um instrumento ou formas de se vestir. Contanto que seja capaz de fazer melhor que a maioria das pessoas, você poderá ensiná-las.

Hospedando Seus Cursos

Você pode escolher por hospedar seus cursos no WordPress, o que te faria ficar com a maior parte do lucro, mas seria necessário configurar tudo por conta própria, ou contratar um desenvolvedor para te ajudar.

Também existem plataformas terceirizadas onde você pode hospedar seus cursos. Essas plataformas cobram uma taxa mensal ou uma porcentagem sobre as vendas e, em troca, você recebe uma ferramenta mais profissional para hospedá-los.

Extensões WordPress Para Seus Cursos

Plataformas Terceirizadas Para Você Hospedar Seus Cursos

4. Comece uma Empresa de Coaching/Consultoria

Por vezes, as pessoas querem instruções mais detalhadas e personalizadas que um livro ou curso são capazes de oferecer. Por isso, recorrem ao coaching individual (ou consultoria, dependendo do tipo de serviço que você oferece).

Coaching ou consultoria é uma estratégia de monetização que a maioria dos proprietários de blogs que tiveram sucesso vendendo livros e cursos adota quando desejam criar um fluxo adicional de receita.

No entanto, isso não é válido apenas para blogueiros estabelecidos, pois consultoria também pode ser sua estratégia desde o início.

Coaching, assim como a maioria das estratégias de monetização que já abordamos, depende de você ser capaz de usar suas habilidades e experiência para ajudar as pessoas a solucionarem os problemas em suas vidas.

Brennan Dunn, por exemplo, auxilia empresas a venderem mais com automação de marketing e cobra cerca de US$9 mil por consulta, enquanto Nagina Abdullah ganha mais de US$100 mil por ano oferecendo coaching para clientes que desejam perder peso.

Aqui está um registro dos ganhos de Nagina ao longo do ano:

Receita com consultoria

Receita com consultoria (Fonte da imagem: Growthlab)

Se você já estiver gerando receita com e-books e cursos, considere oferecer consultorias particulares para as pessoas que formam seu público.

E se estiver apenas começando, o baixo volume de consultorias significa que você pode começar a gerar receita sem muito tráfego.

Quando se fala em consultoria, não se trata de quanto tráfego você gera. Se refere mais em ter o tipo certo de tráfego, ou seja, pessoas que precisam de seus serviços e podem te pagar.

Isso significa escrever posts direcionados em seu blog sobre assuntos com os quais seu tipo de cliente se importa. Também significa participar de um podcast que seu público ouve e ir a eventos onde ele se reúne para que conheça mais sobre você.

5. Ofereça um Plano de Assinatura Pago

Empresas com modelos de assinaturas estão se tornando cada vez mais populares, a ponto deste fenômeno começar a ser chamado por alguns de economia da assinatura.

Tudo, desde o Netflix até provedores de hospedagem na web e sites de assinaturas, faz parte da economia da assinatura.

Economia da assinatura

Economia da assinatura (Fonte da imagem: Emma)

Um site de assinatura é uma seção fechada de sua empresa online que os membros assinam mensalmente ou anualmente para receber benefícios exclusivos.

As pessoas em sua comunidade compartilham um interesse em comum e os benefícios pelos quais elas pagam podem incluir artigos exclusivos, orientações, relatórios, webinars, encontros físicos e estar rodeadas de pessoas com a mesma forma de pensar.

Sites de assinaturas não só te permitem alcançar mais pessoas, como também oferecem a todos um senso de comunidade e pertencimento.

Algo que eu adoro nos sites de assinaturas é que todos fazem parte de um grupo, mesmo que não tenham consciência disso.

Isso significa que se você tem um interesse em algo, o mundo é tão grande e a Internet é tão conectada que é possível encontrar pessoas como você.

Por exemplo, Ryan Levesque adorava orquídeas e sabia como cultivá-las, por isso criou o Orchids Made Easy, onde oferece aos seus membros conteúdo exclusivo e uma plataforma onde eles podem se encontrar e aprender mais junto a outros amantes de orquídeas.

Os membros de Ryan pagam US$9,95 todos os meses e como ele tem 1.800 membros, gera uma receita legal de US$18 mil por mês.

Clube

Clube (Fonte da imagem: Orchids Made Easy)

O que é ainda melhor é que, com base em quanto você cobra por sua assinatura, talvez não precise de tanto tráfego.

Will Hamilton, da Fuzzy Yellow Balls, ensina jogadores de tênis a melhorarem seu jogo e já teve 600 membros que pagavam US$25 todos os meses. Isso resulta em mais de US$15 mil por mês vindos de apenas 600 pessoas em 2010.

Você pode criar um site de assinaturas para quase tudo o que desejar, desde que as pessoas que são seu público-alvo tenham dinheiro e sejam dedicadas ao assunto.

Por exemplo, jogadores de tênis praticam por horas para serem bons, portanto são comprometidos. Além disso, também gastam dinheiro com equipamentos, logo eles têm dinheiro para te pagar.

Outro excelente exemplo são os golfistas. Eles estão dispostos a se esforçar para melhorar suas habilidades e também têm dinheiro para investir em equipamentos.

E é provavelmente por isso que Sean Ogle, da Breaking Eighty, foi capaz de fazer 150 membros se juntarem à sua assinatura de golfe oito meses após iniciar seu blog. Os membros da Breaking Eighty pagam entre US$250 e US$500 anualmente.

Se você tem um público dedicado e que já gasta dinheiro para melhorar suas habilidades, então criar um site de assinaturas pode ser a forma mais lucrativa para você adotar. É possível começar a ganhar milhares de dólares com apenas algumas centenas de membros.

Quando se trata de criar e gerenciar seu site de assinaturas, você pode usar plugins WordPress ou plataformas terceirizadas.

Gerenciando Sites de Assinaturas no WordPress

Gerenciando Sites de Assinaturas com Ferramentas Terceirizadas

6. Ganhe Dinheiro Exibindo Publicidade (Banners de Anúncios)

Há muito ódio pelos anúncios exibidos na blogosfera. A maioria das pessoas falam sobre essa ser uma estratégia ruim de monetização, porque não é possível ganhar um valor decente com ela.

Na maioria dos casos isso seria verdade, mas há um motivo pelo qual exibir publicidade ainda é um método popular, mesmo com todas as opiniões negativas que recebe.

O motivo é que funciona e é a forma mais rápida, mesmo que não seja a maneira mais rentável de começar a monetizar um website.

Na verdade, alguns blogueiros começam a exibir publicidade até que encontrem uma estratégia de monetização mais rentável. Para alguns, aqueles primeiros dólares que entram na conta são motivação o suficiente para continuaram com seus blogs.

Por exemplo, Alborz Fallah, da Car Advice, começou a monetizar seu website quando um amigo o estimulou a colocar anúncios do Google Adsense em seu blog. Os anúncios permitiram que Alborz parasse de não lucrar nada com seu blog e começasse a receber consistentemente US$200 por dia enquanto também mantinha seu trabalho em tempo integral.

Sugestão de leitura: 22 Melhores alternativas ao AdSense para considerar no seu site em 2019.

Mais tarde, Allborz começou a trabalhar diretamente com empresas automotivas que o pagaram até US$30 mil em contratos de patrocínio. Tudo isso não teria sido possível se aquele amigo não o tivesse convencido a monetizar seu blog com Adsense em seu início.

Allborz não é o único que encontrou sucesso exibindo publicidade. O mesmo ocorreu com o empreendedor Jon Dykstra, da Fat Stacks.

Aqui está um registro dos ganhos de Jon no Adsense em 30 dias.

Receita com publicidade exibida

Receita com publicidade exibida (Fonte da imagem: Authority Hacker)

Nada mal para uma estratégia ruim de monetização, não é mesmo?

Jon diz que o segredo para seu sucesso no Adsense é o posicionamento otimizado dos anúncios, gerar muito tráfego nos diversos sites que possui e selecionar nichos onde a exibição de anúncios funcione.

Um ótimo plugin WordPress gratuito que você pode usar para otimizar o posicionamento de seus anúncios é o Ad Inserter. Com ele, é possível fazer teste A/B facilmente em seus anúncios para ver qual funciona melhor e o plugin até permite que você personalize como e onde eles aparecem em seu website.

Por exemplo, se você deseja que um anúncio seja exibido em seu artigo, mas apenas após os dois primeiros parágrafos de conteúdo, é fácil de fazê-lo.

Ao usar anúncios, você não precisa de um produto próprio para vender, mas é necessário ter tráfego. Quanto mais for capaz de gerar, melhor será seu desempenho.

Leva algum tempo até os anúncios começaram a funcionar, conforme você desenvolve seu blog e melhora seu marketing de conteúdo, mas eventualmente você chega lá.

Os anúncios não precisam ser permanentes. Eles podem ser apenas uma forma temporária de ganhar dinheiro com seu blog até que consiga encontrar uma maneira melhor de monetizá-lo.

Mas estamos vivendo na era dos ad-blockers e eles estão afetando sua renda de uma forma negativa.

7. Trabalhe com Marketing de Afiliados

Não podemos ter um artigo sobre monetização de um blog sem mencionar o marketing de afiliados. Essa é uma das formas mais comuns que blogueiros usam para ganhar dinheiro online.

Na verdade, o marketing de afiliados impulsiona boa parte da rede, já que aproximadamente 15% da receita da indústria de mídias digitais é originada dele. Nos EUA, o marketing de afiliados gera tantas vendas de e-commerce quanto os e-mails.

No marketing de afiliados, você promove os produtos de outras empresas e recebe uma comissão por cada venda que ajuda a ser concluída.
Quem trabalha com marketing de afiliados atua da mesma forma que a maioria dos vendedores. Eles ajudam a promover e vender os produtos da empresa e recebem uma comissão quando alguém os compra.

Aqui está uma representação visual de como funciona:

Como o marketing de afiliados funciona

Como o marketing de afiliados funciona (Fonte da imagem: HubSpot)

É realmente bem simples. Digamos, por exemplo, que sua comissão seja de US$5 por cada venda e você seja capaz de fazer 200 pessoas comprarem o produto. Assim, receberá US$1.000.

O que atrai as pessoas para o marketing de afiliados é que você simplesmente pode se aproveitar de um excelente produto e vendê-lo para seu público.

Com Marketing de Afiliados, Só é Preciso Ter Três Coisas

  1. Um nicho (esse termo parece estar aparecendo muito, não é mesmo? 😉).
  2. Um produto afiliado.
  3. E um público para o qual promover o produto.

Você pode construir seu público escrevendo sobre assuntos relacionados ao seu nicho e, uma vez que tiver uma audiência, poderá encontrar produtos de redes de afiliados como:

Affiliate pie

Também oferecemos um programa de afiliados aqui na Kinsta. O programa de afiliados da Kinsta acompanha comissões recorrentes vitalícias de 10% e muitos blogueiros já estão recendo bastante renda passiva através dele.

Você também pode ver quais produtos outros blogs em seu nicho estão promovendo e contatar as empresas por conta própria.

Algo para se ter em mente ao monetizar seu blog com marketing de afiliados é que você precisa se concentrar em oferecer valor para seus leitores, não apenas apresentar produtos para conseguir vendas.

Um bom exemplo é que os melhores blogueiros que trabalham com marketing de afiliados não parecem estar usando marketing de afiliados.

Vejamos Ryan Robinson, que recebe dezenas de milhares de dólares com ganhos de afiliados todos os meses através de seu blog.

Ganhos de afiliados

Ganhos de afiliados (Fonte da imagem: Ryan Robinson)

Ryan cria muito conteúdo valioso para seus leitores e apresenta os produtos que ele gosta e usa, fazendo isso de forma natural.

Como cada vez mais empresas têm programas de afiliados hoje, você pode começar a promover produtos independentemente do nicho em que atua.

8. Gere Receita com Posts/Análises Patrocinadas

Ganhar dinheiro com posts e análises patrocinadas é uma das formas menos comuns de monetizar um blog, provavelmente porque é necessário ter muito tráfego e credibilidade para conseguir fazer isso.

Em posts e análises patrocinadas, um blogueiro pode cobrar uma taxa de uma empresa para escrever sobre o produto dela em seu blog e dar sua opinião sobre o mesmo. O produto é exibido ao público do blogueiro e a marca recebe mais exposição e novos clientes.

Ao pensar em influencer marketing, sua mente rapidamente lembra de imagens de influenciadores que você conhece no Instagram e no YouTube.

Mas escrever posts patrocinados em seu blog também faz parte do influencer marketing e é uma verdadeira explosão nesse momento. Mais de 63% das empresas que já usam influencer marketing planejam aumentar seus investimentos neste ano.

Influencer marketing já passou por um crescimento gigantesco e espera-se que tenha um tamanho de mercado de cerca de US$6,5 bilhões em 2019.

Crescimento do influencer marketing

Crescimento do influencer marketing (Fonte da imagem: Influencer Marketing Hub)

Ao apresentar um produto em seu blog, certifique-se de dar um feedback honesto sobre ele, porque não vale a pena perder a confiança de seus leitores por um pouco de dinheiro.

Por exemplo, Matthew Woodward, que cobra quase US$1.000 por uma análise patrocinada, destaca claramente em sua página de publicidade que o fato de uma análise ser paga não significa que receberá uma avaliação positiva.

Ser transparente com seu público conserva a confiança que ele conseguiu construir, o que é muito mais valioso que os US$1.000.

Michelle Gardner, do Making Sense of Cents, cobra cerca de US$5 mil por post patrocinado e ganha entre US$10 mil e US$20 mil por mês com eles, escrevendo principalmente sobre produtos e serviços que ela mesma usa. Dessa forma, é capaz de garantir que as pessoas que compõem seu público também gostarão deles.

Aqui está um comentário sobre um dos produtos que ela analisou em seu blog que ilustra o que eu quero dizer:

Engajamento em análise de alta qualidade

Engajamento em análise de alta qualidade (Fonte da imagem: Making Sense of Cents)

Conforme mencionei anteriormente, o único ponto negativo de posts patrocinados é que você precisa ter uma presença online sólida antes de conseguir que as empresas te paguem qualquer valor substancial.

Elas precisam ter certeza que pagar por um post patrocinado resultará em vendas para que o investimento valha a pena. Por isso, posts patrocinados podem não ser o melhor sistema de monetização para iniciantes, mas é uma excelente opção para blogueiros mais estabelecidos.

Se seu blog já está gerando tráfego, você pode começar a entrar em contato com empresas de seu nicho cujos produtos e serviços já usa e oferecer seus serviços para escrever um post ou análise patrocinada.

Por exemplo, se você escreve sobre tecnologia, pode fazer análises patrocinadas para empresas que produzem campainhas inteligentes, notebooks, câmeras, etc.

Alexis Schroeder, do Fit Financials, escreve sobre fitness e finanças pessoais. Por isso, quando ela começou a gerar tráfego o suficiente, entrou em contato com empresas de finanças pessoais e área fitness.Aumentamos nosso tráfego em 1,187% com o WordPress.
Vamos mostrar-lhe como.Junte-se a mais de 20.000 outros que recebem nosso boletim semanal com dicas privilegiadas do WordPress!INSCREVA-SE AGORAInscreva-se na newsletter da KinstaINSCREVA-SEEu concordo com Termos e Condições e Políticas de Privacidade

Alexis cobra cerca de US$750 a US$1.500 por post e ganha em média US$3 mil por mês com eles.

9. Venda Produtos Físicos Para Seu Público

Outra forma que você pode monetizar seu blog é vender produtos diretamente para seu público. Alguns blogueiros chegam até mesmo a começar vendendo alguns itens e terminam lançando websites de e-commerce completos, juntamente com seus blogs.

A popular loja de e-commerce Beardbrand, por exemplo, começou como um blog onde o fundador Eric Bandholz escrevia sobre cuidados com a barba antes de começar a vender os produtos pelos quais a Beardbrand é conhecida hoje.

Eric transformou seu blog sobre barbas em um negócio que foi destaque no New York Times, Inc e Shark Tank, e que hoje rende mais de US$100 mil por mês.

Beardbrand

Beardbrand (Fonte da imagem: Beardbrand)

Eric não é o único a descobrir que vender produtos para seu público é uma excelente forma de monetizar seu blog.

Matthew Inman, do The Oatmeal, ganha cerca de US$375 mil por ano vendendo mercadorias relacionadas aos quadrinhos que ele deseja em seu blog.

Tanto Eric quanto Matthew podem monetizar seus blogs dessa forma porque construíram uma comunidade dedicada que realmente queria o que eles tinham a oferecer.

Se você já desenvolveu um público, uma das formas mais rentáveis de monetizá-lo é vender produtos diretamente a essas pessoas.

Elas já confiam em você e como você as satisfaz, provavelmente já sabe mais sobre elas que a maioria dos fabricantes e revendedores.

Shari Lott iniciou o Spearmint Baby como um blog para mães e, à medida que aumentava sua presença online, ela começou a entender melhor o que seu público de mães desejava.

Shari lançou a Spearmint LOVE, uma loja de e-commerce que vendia roupas de bebê e, em menos de cinco anos, a transformou em um negócio que faturou US$1,5 milhão em 2016.

Site e-commerce de roupas de bebê

Site e-commerce de roupas de bebê (Fonte da imagem: (Image source: Spearmint LOVE)

Se você já tem um público, comece a prestar atenção aos problemas que ele tem e veja se pode vender algo que o ajudaria a resolvê-los.

10. Venda Produtos Digitais Para Seu Público

Algumas vezes, a melhor forma de solucionar os problemas que seu público tem não é usar um produto físico, mas um software ou downloads digitais.

Clay Collins teve a ideia de criar o Leadpages através de seu blog, onde escreveu sobre otimização de landing pages. Quando Clay começou a oferecer modelos de landing pages de graça, ele descobriu que as pessoas desejavam ainda mais.

Elas queriam personalizá-los, integrá-los com suas ferramentas e até mesmo conduzir testes A/B. Por isso, criou o Leadpages, uma empresa que agora tem US$38 milhões em fundos e gera US$25 milhões por ano.

Se você tiver outras habilidades que vão além de blogar e criar e-books, não as desperdice. Se conhece codificação, você pode criar softwares ou plugins WordPress e vendê-los para o público que já tem.

E mesmo que não saiba escrever códigos, sempre é possível contratar um desenvolvedor. Omar Zenhom, do Webinar Ninja, criou a primeira versão de seu produto com os desenvolvedores que contratou através do Freelancer.

Você pode inclusive vender produtos digitais como modelos, temas e até mesmo registros em áudio para seu público se eles o ajudarem a resolver um problema.

Por exemplo, a Relaxing White Noise vende faixas de áudio que ajudam seus ouvintes a relaxar e adormecer, enquanto a The Luxe Lens vende modelos de Lightroom e Photoshop para fotógrafos. O site de equipamento de câmera Shotkit vende o Lightroom para ganhar uma comissão.

The Luxe Lens

The Luxe Lens

You can even sell printables like Jennifer of lifeismessyandbrilliant who sells digital planners and stickers on her blog.

11. Lance um Virtual Summit em Seu Nicho

Se você se mantém atualizado com as tendências da Internet, provavelmente já ouviu ou até mesmo participou de virtual summits alguma vez.

Tenha em mente que virtual summits ou conferências na web são diferentes de webinars.

A principal diferença é que virtual summits são muito mais interativos e engajadores. Eles são, essencialmente, conferências nas quais você pode participar online onde há um anfitrião, sessões de perguntas e respostas e diversos oradores cobrindo um tema específico.

E embora os virtual summits em si costumem ser gratuitos para participar, você só pode oferecer acesso a eles por um período limitado de tempo. O organizador ganha a maior parte de sua receita vendendo um “passe de acesso completo”, que permite aos participantes consultarem o material da conferência a qualquer momento que queiram.

Tom Morkers, proprietário do summit $100k Launch School, ganhou mais de US$20 mil vendendo passes de acesso completo após um summit.

Summit $100k Launch School

Summit $100k Launch School

Anfitriões de virtual summits também ganham dinheiro vendendo produtos relacionados, como planos de assinaturas e cursos sobre o mesmo assunto após a conclusão do summit.

O que torna os virtual summits uma ótima estratégia de monetização mesmo para novatos é que você não precisa ser um blogueiro bastante conhecido para ser anfitrião deles. Principalmente porque estará conquistando credibilidade ao entrevistar outros influenciadores em sua área.

Jon Schumacher, por exemplo, tinha apenas cerca de dois mil assinantes quando lançou o Webinar Mastery Summit.

O summit não só resultou em quase US$26 mil em vendas em apenas 10 dias, como também adicionou 2.854 assinantes novos em sua lista de e-mail.

Virtual summits existem em quase todos os nichos que se pode imaginar. Por exemplo, para a área de publicação, há o Best Seller Summit que ensina como escrever e publicar um livro best-seller.

E o Membership Site Summit ensina empreendedores como lançar e desenvolver um site de assinaturas de sucesso.

Se você já construiu um público, mesmo que ele não seja tão grande, é possível criar um virtual summit fazendo uma parceria com influenciadores de sua área.

A melhor forma que conheço para encontrar influenciadores com os quais você pode se comunicar em qualquer nicho é usar uma ferramenta como Buzzsumo.

Tudo o que você precisaria fazer seria ir até a página inicial do Buzzsumo e digitar uma palavra-chave de seu nicho.

Por exemplo, se quisesse realizar um virtual summit sobre publicação de livros, bastaria digitar “publicação de livros” na caixa de pesquisa.

Insira uma palavra-chave no Buzzsumo

Insira uma palavra-chave no Buzzsumo

Em seguida, lembre-se de clicar na aba de influenciadores:

Influenciadores no Buzzsumo

Influenciadores no Buzzsumo

Na sequência, é possível filtrar por contagem de seguidores, taxa de resposta ou qualquer outro critério que considere relevante.

Quando você encontra influenciadores em seu nicho, pode ser tentador contatá-los imediatamente e pedir que participem em seu summit, mas isso raramente funciona.

Ao invés disso, você deve construir um relacionamento com eles lentamente, antes de fazer qualquer tipo de pedido. Comece seguindo-os no Twitter, lendo, comentando e escrevendo posts como convidado em seus blogs. Em outras palavras, é necessário entregar valor antes de pedir por ele.

12. Aceite Doações em Seu Blog

Você também pode monetizar seu blog ao possibilitar que seu público faça doações. Isso funciona particularmente bem se a iniciativa não tiver fins lucrativos.

Você pode aceitar doações com plugins WordPress como Give, Charitable e PayPal Donations.

Aqui está qual é a aparência do plugin de doações Charitable na página da campanha Uganda Water Project:

Uganda Water Project

Uganda Water Project

E embora aceitar doações seja a norma para organizações sem fins lucrativos, esse método também pode ser utilizado para monetizar blogs de outras finalidades.

Talvez você esteja um pouco cético sobre quão bem as doações podem funcionar para um blog. Eu também estava, até que comecei a ler sobre blogueiros como Scott Alexander, do Slate Star Codex, que ganha US$2.493 todos os meses com apenas 410 fãs no Patreon. E tenha em mente que Scott é um blogueiro de meio período e continua com seu trabalho durante o dia.

Scott Alexander está criando posts de blog

Scott Alexander está criando posts de blog (Fonte da imagem: Patreon)

Também existem blogueiros como Tim Urban, do Wait But Why, que recebe US$12 mil por mês somente no Patreon.

No entanto, isso não significa que qualquer blog seja capaz de ganhar dinheiro com doações.

Para a maioria dos blogueiros que mencionei, levou bastante tempo para começar a receber uma renda substancial com as doações.

Isso porque você precisa ter um público realmente dedicado para que as doações funcionem em seu blog e isso exige entregar, primeiramente, muito conteúdo valioso gratuitamente.

Por exemplo, Tim Urban passa entre 40 e 80 horas escrevendo e fazendo pesquisas para criar um dos posts em seu blog, alguns dos quais são mais longos que e-books inteiros que as pessoas vendem.

Isso é muito trabalho para criar algo que ele está entregando de graça.

Seu público tem consciência disso e adora tanto o trabalho de Tim que o apoia com doações. Tim não seria capaz de receber doações se fizesse apenas listas de 100 palavras semanalmente.

Como Aceitar Doações em Seu Blog:

Até aqui, mostrei exemplos de pessoas que aceitam doações com a plataforma Patreon ou usam plugins WordPress de doações.

Mas qual você deveria usar? Isso depende do que considera ser mais importante.

Aceitar doações no Patreon pode ser mais caro, porque a empresa cobra uma taxa de 5% sobre sua receita recebida e você também precisa pagar mais 5% em taxas de transferência.

Como retorno, você tem uma plataforma que cuidará de todos os estornos e pagamentos declinados. Além disso, é fácil de aceitar doações e administrar seus doadores com o mínimo de esforço. Patreon tem até um plugin WordPress para te ajudar a ganhar dinheiro com o conteúdo do seu blog.

Por outro lado, se você optar por utilizar plugins WordPress, pagará menos taxas, mas terá que fazer a maior parte das configurações por conta própria. Você também terá que lidar com erros de transferências e criar uma forma de administrar os doadores por si mesmo.

Portanto, se você quiser começar o mais rápido possível e não se importa em pagar um extra para ter uma plataforma pronta, o Patreon é uma ótima opção. Se não se importa em configurar as doações e administrar os doadores por conta própria, então os plugins WordPress são perfeitos para você.

13. Comece um Podcast

Os podcasts estão bombando neste momento. De acordo com a Paid Insights em abril de 2019, há mais de 700 mil podcasts ativos e mais de 29 milhões de episódios existentes.

Mais pessoas estão começando a ouvir podcasts ao redor do mundo inteiro. Aqui está a porcentagem da população que escuta podcasts ao redor no planeta:

O Estágio do Podcast

O Estágio do Podcast (Fonte da imagem: Statista)

Se você já tem um blog, incluir um podcast pode ser uma forma bastante inteligente de receber mais tráfego se aproveitando do crescimento dessa mídia.

Podcasts são especialmente bons quando se é um novato, porque a maioria dos blogs estabelecidos em seu nicho possui mais conteúdo escrito que você.

Mas quantos deles têm um podcast?

Podcasts possibilitaram que John Lee Dumas, da Entrepreneur on Fire, visse um aumento de US$69.879 de sua receita em 2012 para US$1.545.090 em 2018.

Podcast Entrepreneur on Fire

Podcast Entrepreneur on Fire (Fire Nation)

Podcasts estão indo tão bem que até mesmo blogueiros populares como Noah Kagan e Darren Rowse agora têm um podcast que complementa o conteúdo regular de seus blogs.

Podcasts não te ajudam apenas a divulgar seu nome e gerar mais tráfego para seu blog. Eles também podem ser outra fonte de receita.

Com um público grande o suficiente, você pode começar a vender espaços patrocinados em seu podcast para empresas que queiram atingir as pessoas que te ouvem.

Andrew Warner, do Mixergy, gera receita adicional oferecendo às empresas a chance de entrar em contato com sua audiência de empreendedores através de seu podcast.

Aqui estão dois de seus patrocinadores, em uma entrevista que ele fez com o fundador da Codementor:

Patrocinadores de podcast

Patrocinadores de podcast (Fonte da imagem: Mixergy)

Onde Você Hospeda Seu Podcast?

Para começar com os podcasts, você precisará de um local para hospedar seus arquivos de áudio da mesma forma que ocorre com seu website.

Uma hospedagem de mídia é uma empresa que permite que você armazene seus arquivos de áudio, para que eles possam ser reproduzidos e baixados pelos ouvintes.

Algumas hospedagens de mídia para podcasts incluem:

  • Libsyn
  • Blubrry
  • Buzzsprout
  • Transistor

Também existem plugins WordPress que podem te ajudar a gerenciar e até mesmo a hospedar seus podcasts, como Seriously Simple PodcastingSmart Podcast Player e Simple Podcast Press.

O Que Você Precisa Para Começar Seu Podcast

A maioria das pessoas superestima o que é necessário para começar um podcast e por isso nunca dá início ao projeto. Mas se você já tem um computador, precisará de poucos recursos adicionais para começar, como:

  • Um microfone: Você pode comprar um por apenas US$10 na Amazon.
  • Um headphone: Você provavelmente já tem um.
  • Um software de edição de áudio: Existem opções gratuitas, como GarageBand (Mac) ou Audacity (Windows).
  • Hospedagem de podcast: Você consegue planos a partir de US$12 por mês.
  • Uma conta no Skype ou Zoom:Se você planeja fazer entrevistas em seu programa.

E é isso. Você já pode começar a criar episódios para o mundo inteiro ouvir.

Resumo

Embora esteja mais fácil do que nunca começar um blog, a maioria dos blogueiros, conforme mostra o estudo da ConvertKit, tem problemas para monetizá-lo. Blogar por si só não gera receita, a menos que você encontre uma estratégia de monetização que funcione com seu blog.

E, como a maioria dos exemplos provou, você não precisa de muito tráfego ou leads para começar a gerar receita para seu blog. Mesmo que seu nicho importe, ele não é o fator mais importante para determinar se você terá sucesso.

Vimos pessoas que ganham dinheiro com tênis, barbas, golfe, roupas de bebê, carros e até mesmo orquídeas.

O que você precisa é compreender os números necessários para fazer sua estratégia de monetização ser bem-sucedida e ter a determinação para trabalhar duro para promover o que tem a oferecer.

Ler este artigo é o primeiro passo. Esperamos que agora você tenha as estratégias e ferramentas para começar a ganhar dinheiro com seu blog.

Tem outras dicas boas sobre como ganhar dinheiro com um blog? Compartilhe-as conosco nos comentários abaixo.14Shares

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Introduce Yourself (Example Post)

This is an example post, originally published as part of Blogging University. Enroll in one of our ten programs, and start your blog right.

You’re going to publish a post today. Don’t worry about how your blog looks. Don’t worry if you haven’t given it a name yet, or you’re feeling overwhelmed. Just click the “New Post” button, and tell us why you’re here.

Why do this?

  • Because it gives new readers context. What are you about? Why should they read your blog?
  • Because it will help you focus you own ideas about your blog and what you’d like to do with it.

The post can be short or long, a personal intro to your life or a bloggy mission statement, a manifesto for the future or a simple outline of your the types of things you hope to publish.

To help you get started, here are a few questions:

  • Why are you blogging publicly, rather than keeping a personal journal?
  • What topics do you think you’ll write about?
  • Who would you love to connect with via your blog?
  • If you blog successfully throughout the next year, what would you hope to have accomplished?

You’re not locked into any of this; one of the wonderful things about blogs is how they constantly evolve as we learn, grow, and interact with one another — but it’s good to know where and why you started, and articulating your goals may just give you a few other post ideas.

Can’t think how to get started? Just write the first thing that pops into your head. Anne Lamott, author of a book on writing we love, says that you need to give yourself permission to write a “crappy first draft”. Anne makes a great point — just start writing, and worry about editing it later.

When you’re ready to publish, give your post three to five tags that describe your blog’s focus — writing, photography, fiction, parenting, food, cars, movies, sports, whatever. These tags will help others who care about your topics find you in the Reader. Make sure one of the tags is “zerotohero,” so other new bloggers can find you, too.